Nuno Artur Silva considera Folio ponto obrigatório no roteiro de escritores nacionais e internacionais

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O secretário de Estado do Cinema, Audiovisual e Media, Nuno Artur Silva, considerou o Folio – Festival Literário Internacional de Óbidos como uma marca cultural diferenciadora e um ponto obrigatório no roteiro de escritores nacionais e internacionais.

O festival “desde a primeira edição sinalizou logo uma marca forte, não só pelo evento em si, mas pelo facto de haver um conjunto de livrarias que durante o ano estão abertas em sítios não convencionais”, disse Nuno Artur Silva à agência Lusa, aludindo ao Folio como “uma marca cultural diferenciadora que se tornou um ponto obrigatório no roteiro, não só dos escritores nacionais, mas de muitos escritores internacionais”.

O secretário de Estado do Cinema, Audiovisual e Media sublinhou ainda que o festival, que este ano decorre sob o tema “O outro”, adotou nesta edição uma temática “extraordinariamente pertinente e atual em todas as suas dimensões”, com “todos os desdobramentos que o tema permite e que têm a ver com as grandes questões que estão a ser discutidas na atualidade”.

Nuno Artur Silva falava à margem da inauguração da PIM! – VI Mostra de Ilustração para Imaginar o Mundo, que este ano assinala os 50 anos da Galeria Ogiva e homenageia o seu fundador, o escultor José Aurélio.

A mostra, que reúne nesta edição mais de 40 ilustradores, foi o mote um dos curadores do Folio, José Pinho, deixar ao governante um repto para que a mostra, “uma das melhores coisas que se faz em Óbidos”, passe a ser mostrada, em itinerância, em vários pontos do país.

À Lusa Nuno Artur Silva afirmou que fará “todos os esforços para que isso seja possível” e para que em futuras edições “haja uma circulação da exposição” por outras galerias do país.

A inauguração da PIM! foi, como anualmente, palco para a entrega do Prémio Nacional de Ilustração, que nesta 25.ª edição teve como vencedor o ilustrador André Carrilho com o livro “A menina com os olhos ocupados”, publicado pela Bertrand.

Nesta edição o júri atribuiu ainda menções especiais a Nicolau, pelas ilustrações da obra “1.º Direito”, de Ricardo Henriques, publicada pela editora Pato Lógico, e a Eduarda Lima, pelas ilustrações do seu livro “O protesto”, publicado pela Orfeu Negro.

Concorreram a esta 25.ª edição do Prémio Nacional de Ilustração, 76 obras publicadas em 2020 por 39 editoras e outras entidades com atividade editorial, de 56 ilustradores.

O Prémio, atribuído pela Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), foi também entregue aos vencedores da edição 2019, ano em que o Folio não se realizou devido à pandemia de covid-19.

O primeiro prémio coube a Bernardo Carvalho, pela obra “Hei Big Bang (Ninguém disse que era fácil)”, editado pela Almedina.

Joana Estrela foi distinguida com uma menção especial pelas ilustrações da obra “Aqui é um bom lugar”, de Ana Pessoa, publicado pela Editora Tangerina. E ainda na edição de 2019, foi igualmente atribuída uma menção a Susana Diniz e Pedro Semeano, pelas ilustrações de “Eu sou o lobo. O rei da floresta portuguesa”, de Ricardo Rodrigues, editado pela Pato Lógico.

O Folio – Festival Literário Internacional de Óbidos decorre até ao dia 24, reunindo na vila 175 autores e escritores que participam em mais de 160 atividade, entre as quais 16 mesas de autor e debates, 23 concertos e 12 exposições.

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