Centros de dia povem retomar a atividade a partir de 15 de agosto

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Os Centros de Dia vão retomar a sua atividade a partir de 15 de agosto, “exceto nos casos de funcionamento acoplado com outras respostas sociais”, anunciou hoje a Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS).
Os centros de dia estavam suspensos por causa da Covid-19 desde meados de março.
As normas de segurança para a reabertura estão compiladas num guião orientador elaborado pela Direção-Geral da Saúde (DGS) e pela Segurança Social onde se refere que “o processo de reabertura desta resposta social deverá concretizar-se de forma faseada”.
“Para além do apoio direto prestado à pessoa idosa, estas respostas revestem-se de particular importância no apoio aos cuidadores, tendo em conta as realidades sociais que o envelhecimento apresenta e que se prendem com o aumento da dependência, o isolamento e eventual exclusão por barreiras sociais e físicas”, indica o documento a que o ‘Mundo Português’ teve acesso.
Apesar de destacar que “a reabertura desta resposta social é fundamental”, o guião da DGS e da Segurança Social avança que o funcionamento terá de garantir “o estrito cumprimento das medidas de prevenção e controlo” preconizadas para a Covid-19.
Assim, a reabertura implica que os centros de dia que funcionem de modo isolado.
É também obigatório que nas estruturas que estejam acopladas a outras respostas sociais (como, por exemplo, lares de idosos) seja garantida “total separação, sem cruzamento entre utentes e colaboradores das outras respostas sociais e sem partilha de espaços como refeitórios e instalações sanitárias”.
As condições da reabertura dos centros de dia com funcionamento acoplado “devem ser avaliadas pela instituição em articulação com a autoridade local de saúde”, indica ainda o guião.
Define também que o regresso dos utentes que integrem grupos de risco seja “previamente submetido a uma avaliação pelo médico assistente, ponderando risco e benefícios”.
As autoridades referem que deve ser garantido o distanciamento físico de cerca de dois metros entre os utentes e que devem ser promovidas atividades no espaço exterior “sempre que possível”.
Quanto às condições de transporte, as autoridades pedem, também sempre que for possível, que seja privilegiado o transporte individual dos utentes para o centro de dia – pelos familiares ou pessoa de referência.
Se tal não for possível, o transporte deve ser feito “pela instituição, por entidades externas, mediante parceria, ou utilização pelos utentes de transporte público”.
O documento refere ainda um conjunto de recomendações e medidas de etiqueta respiratória, higiene correta das mãos, controlo ambiental ou atuação perante um caso suspeito, entre outras.
O guião orientador pode ser consultado em: http://www.solidariedade.pt/UserFiles/files/93.%20BS_OT%20DGS%20Reabertura%20Centros%20de%20Dia%2030.07.2020%20-%20Versa%CC%83o%20Final%202.docx

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