Reconhecimento do Geopark Estrela é “marco histórico para o território”” – Vereadores PS/Guarda

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Os dois vereadores do PS na Câmara Municipal da Guarda, Cristina Correia e Manuel Simões, consideraram  que o reconhecimento do Geopark Estrela pela UNESCO constitui “um marco histórico para o território”.
O Geopark Estrela foi reconhecido, na sexta-feira, pelo Conselho Executivo da UNESCO – Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura.
Hoje, os socialistas, que abordaram o assunto no período de antes da ordem do dia da reunião quinzenal do executivo municipal da Guarda, presidido pelo social-democrata Carlos Chaves Monteiro, referiram que a classificação da Serra da Estrela como Geopark Mundial é o reconhecimento que aquela montanha “tanto merecia”
A vereadora Cristina Correia disse aos jornalistas que, no futuro, “não se podem baixar os braços”, alertando que as várias entidades envolvidas no processo devem continuar “a caminhar para o sucesso do mesmo”.
“Só dizer que somos Geopark não chega. O trabalho tem de se manter e [deve ser] cada vez mais aprofundado, para dar resultados”, considerou a autarca socialista.
O presidente da Câmara Municipal da Guarda também referiu à agência Lusa, na sexta-feira, que a oficialização da classificação da Serra da Estrela como Geopark Mundial “é um marco histórico, quer para o território das Beiras e Serra da Estrela, quer também para o turismo do interior”.
“E, portanto, ter, neste momento, a chancela da UNESCO, é dizer ao mundo que existe em Portugal uma marca e um território que tem condições excecionais, extraordinárias, de beleza, de preservação da natureza, de sustentabilidade e que, neste momento, merecem, devem ser percorridas, conhecidas”, justificou Carlos Chaves Monteiro.
A candidatura da Serra da Estrela a Geopark Mundial da UNESCO, entregue pela Associação Geopark Estrela em novembro de 2017, foi aprovada pelo Conselho Mundial de Geoparks em setembro de 2019 e agora ratificada por aquele organismo numa reunião do Conselho Executivo.
A Associação Geopark Estrela tem sede nas instalações do Instituto Politécnico da Guarda (IPG) e é composta por nove municípios dos distritos da Guarda, Castelo Branco e Coimbra (Belmonte, Celorico da Beira, Covilhã, Fornos de Algodres, Gouveia, Guarda, Manteigas, Oliveira do Hospital e Seia), pelo IPG e pela Universidade da Beira Interior (UBI).
A UNESCO referiu, na sexta-feira, numa nota publicada na sua página na internet, que aprovou a designação de 15 novos Geoparques Globais na Europa, Ásia e América Latina, o que eleva a Rede Global de Geoparques “para 161 em 44 países”.
Em Portugal, o Geopark Estrela juntou-se ao Açores UNESCO Global Geopark, ao Arouca UNESCO Global Geopark, ao Naturtejo da Meseta Meridional UNESCO Global Geopark e ao Terras de Cavaleiros UNESCO Global Geopark.

 

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