Governo aprova a renovação do estado de emergência

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O Governo aceitou a proposta de prolongamento do estado de emergência, por mais 15 dias, feita pelo Presidente da República.
A renovação foi aprovada no Conselho de Ministros extraordinário realizado hoje para apreciar o projeto de decreto apresentado por Marcelo Rebelo de Sousa, de prorrogação do estado de emergência.
“O Governo deliberou dar parecer favorável à renovação do estado de emergência por mais 15 dias, nos termos do decreto que lhe foi submetido pelo Presidente da República, e que será ainda apreciado pela Assembleia da República, a quem cabe autorizar o Senhor Presidente a aprovar o decreto”, disse o Primeiro-Ministro, em declarações no final da reunião do Conselho de Ministros
António Costa disse ainda que – “no pressuposto de que a Assembleia da República venha a dar autorização do Senhor Presidente e ele o venha a decretar amanhã” – o Governo irá reunir-se amanhã à tarde “para aprovar o conjunto da legislação que regulamenta e torna aplicável o decreto presidencial de prorrogação do estado de emergência”.
O Primeiro-Ministro elogiou ainda o comportamento que a população, “com raríssimas exceções”, tem estado a ter.
Para António Costa, este tem sido “exemplar na autocontenção, na autodisciplina, quer das normas de afastamento social, quer de isolamento domiciliário”.
Mas destacou, por outro lado, que esse mesmo esforço deve ser reforçado em abril porque “como os números de evolução da pandemia têm demonstrado, este é um esforço que vale a pena e que tem produzido resultados».

Ainda não é possível ver “a luz ao fundo do túnel”

“Se temos um crescimento menos forte do número de casos de contaminados e de pessoas em risco, isso deve-se ao grande esforço de contenção que temos feito”, assegurou o primeiro-ministro, acrescentando que “a melhor forma de o estado de emergência durar o menos possível é termos agora a máxima intensidade na autodisciplina do cumprimento das normas de contenção, de forma a termos sucesso no controlo da pandemia o mais rapidamente possível».
Nas respostas aos jornalistas, António Costa reforçou a mensagem, avisando que “não vale a pena ter pressas” porque ainda não chegou o momento de ver “a luz ao fundo do túnel”, e esta não é altura de precipitações no “otimismo da evolução da curva” da pandemia por Covid-19.
“Não vale a pena ter pressas. Este momento ainda não é o momento das pressas, ainda não é momento de vermos a luz ao fundo do túnel. Sabemos que no fundo do túnel há uma luz, mas ela ainda não está à vista”,destacou.

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