Gripe regista uma tendência estável mas decrescente

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A gripe em Portugal regista uma tendência estável mas decrescente, estando a ser uma época gripal de intensidade baixa a moderada, anunciou hoje a Direção-geral da Saúde (DGS).

Em conferência de imprensa, a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, definiu a época gripal atual como tendo intensidade baixa a moderada, sem grande impacto na mortalidade e morbilidade.

Segundo Graça Freitas, o pico da gripe terá já sido atingido, estando a atividade gripal a entrar numa fase descendente.

A responsável sublinhou que mais de dois milhões de portugueses se vacinaram contra a gripe: “Nunca se vacinou tanto em Portugal como este ano. Só no Serviço Nacional de Saúde [com vacina gratuita] vacinámos cerca de 10% a mais do que nos anos anteriores. E também aumentaram as vacinas em farmácia”.

Apesar da intensidade moderada e de estar em tendência decrescente em Portugal Continental, a atividade da gripe apresenta diferenças regionais.

Por exemplo, o Alentejo não registou atividade epidémica. O Algarve estará agora a entrar na fase epidémica, enquanto no Norte e Centro a tendência é decrescente. Na região de Lisboa e Vale do Tejo, a gripe está “num planalto”, estável mas ainda sem atividade a decrescer.

“Até à data, com todos os sistemas de vigilância, tudo indica que tivemos uma atividade gripal baixa a moderada, com tendência decrescente. Pelo menos nalgumas regiões do país já estivemos no pico. Mas poderá sempre haver uma segunda onda, basta haver uma alteração drástica do clima e do vírus”, afirmou Graça Freitas.

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