A última civilização humana

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A nossa civilização será uma das mais curtas de sempre, não obstante ser provavelmente a que mais longe chegou em tecnologia.

As condições climáticas a que o homem sujeitou o Planeta nos últimos 300 anos, com as sucessivas revoluções industriais, estão a provocar uma rápida alteração climática que levará a Terra à sexta extinção em massa. Uma das espécies que não sobreviverá será o próprio homem, a quem cabe toda a responsabilidade pelo fim da atual civilização que será a última; tendo sido esta a que mais evoluiu, mas a que menos tempo irá sobreviver. Lembro que existe uma remota possibilidade de o homem poder viver em Marte algumas centenas de anos, mas com toda a certeza que acabará por se extinguir.
Os astrónomos e astrofísicos ainda estão divididos, se teriam sido radiações com origem numa Estrela Supernova ou a queda de um grande meteorito na província do Yucatán (Golfo do México), a causa provável da quinta extinção em massa na Terra que aconteceu há 65 milhões de anos – que como consequência ditou o fim dos dinossauros e de quase toda a vida existente no nosso Planeta. Não se sabe se o fenómeno teria sido provocado para porem em marcha um lento processo evolutivo, com o objetivo de uma “espécie que foi a nossa” atingir a inteligência. A discussão sobre este tema milenar coloca à ciência uma questão pertinente: se o homem teria sido “criado” por seres infinitamente mais poderosos e inteligentes que nós? Conhecedores e manipuladores da física e da genética, eles teriam desencadeado todos os acontecimentos através de uma seleção que conduziria o homem à sua semelhança.
Nos últimos 100 anos fizemos avanços em várias áreas e alargámos exponencialmente o nosso conhecimento nos campos da Física e da Astronomia, da Biologia e da Genética, e até conseguimos sair do nosso habitat colocando o homem na lua; enviámos várias máquinas para um espaço mais alargado onde algumas naves por nós construídas já ultrapassaram os limites do nosso sistema solar. Numa reflecção aos últimos 200 anos do nosso desenvolvimento, ele foi quase todo no campo “belicista” e por conseguinte começámos a constituir um perigo para todas as espécies incluindo a nossa, destruindo tudo em que nos envolvemos, porque a nossa génese é de natureza destruidora. Sabemos que a atual civilização foi procedida por várias outras espalhadas por todo o globo terrestre, mas pouco se sabe daquelas que se lhes perdeu o rasto; algumas nunca chegarão ao nosso conhecimento, ou porque se encontram debaixo das calotes polares, ou ainda outras civilizações que serviram de ensaio e que depois se extinguiram.

Linhas de Nazca (Peru)
Linhas de Nazca (Peru)

A nossa civilização será uma das mais curtas de sempre, não obstante ser provavelmente a que mais longe chegou em tecnologia. A mais antiga que temos conhecimento, resultou da união de diversos povos que habitaram a Mesopotâmia, tendo os assírios e os sumérios, que inventaram a escrita, um grande peso na civilização babilónica que prosperou há aproximadamente 7.000 anos nas margens dos rios Tigre e Eufrates, e que foi destruída com a chegada dos persas, a que se seguiram os egípcios e depois os romanos. É precisamente num período intermédio que os humanos são confrontados com fenómenos de aparições na Terra, onde se fala de “carros de fogo”, constituindo um enigma que se tenham manifestado em várias civilizações em simultâneo e que não tinham conhecimento umas das outras. Aparte a helénica e a hebraica e romana que deram origem à cristandade. Para além da cultura maia e da inca, a mais enigmática de todas é a chimú, cuja capital, Chan Chan, teria o tamanho de Paris. Pouco se sabe desta incrível civilização que foi barbaramente destruída pelo império inca. Existem apenas ruínas e vestígios, daquele que foi um dos povos que mais próximos estiveram de uma civilização quase perfeita.
Os incas, que dominaram um território com dobro da França, foram um povo bárbaro e inculto cujo imperador Pachacuti reinou durante 103 anos, sendo um dos responsáveis pela destruição dos chimus; abdicou a favor do filho aos 125 anos, tantos quantos os que viveu. Chan Chan a capital, floresceu numa zona próxima onde se encontra hoje a cidade de Trujillo no Peru; diz-se terem tido várias visitas alienígenas e que as pistas de Nazca seriam mapas de orientação e campos de aterragem de veículos espaciais. Os incas pagaram caro a destruição do povo chimú. Quando 180 espanhóis chegaram ao Perú no século XVI exibindo armas de fogo que os incas desconheciam, os homens de Pizarro logo foram tomados por deuses e começou a grande chacina, onde as doenças por eles transmitidas dizimaram, em pouco tempo, mais de metade dos 16 milhões de incas. Para os cientistas, em particular os astrónomos, as pistas de Nazca continuam envolvidas em mistério; talvez os chimus se estivessem a aproximar do caminho que conduz a uma civilização perfeita.
O homem é uma fantástica “máquina biológica”; mas na luta feroz pelo consumismo ultrapassou a fasquia, que coloca em elevado risco a sobrevivência da sua própria espécie.

Obs: Neste momento florescem em todo o Universo milhões de civilizações; algumas delas, estão muito mais avançadas em tecnologia do que nós; que em nada tem haver com um “Deus Supremo”, que o autor acredita existir.

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