Durão Barroso defende regime de autonomia fiscal para a Madeira

Data:

O antigo primeiro-ministro e ex-presidente da Comissão Europeia Durão Barroso defendeu hoje um regime de autonomia fiscal para a Região Autónoma da Madeira, de modo a estimular a zona franca e a atrair mais investimento.

“A Madeira tem direito a prosseguir uma política autónoma do ponto de vista fiscal”, afirmou, na abertura do II Encontro Intercalar dos Investidores da Diáspora, que decorre no Funchal.

Durão Barroso reconheceu que a matéria é “controversa”, mas considerou certa a aposta no Centro Internacional de Negócios da Madeira e na defesa de um regime fiscal específico, seguindo o exemplo de outros países da Europa, como Malta, Chipre, Luxemburgo e Holanda.

“Por que é que a Madeira não há de ter? Por que razão é que as grandes empresas portuguesas hão de ter a sua sede fiscal na Holanda, Luxemburgo e não em Portugal e na Madeira?”, questionou, sublinhando que “é, sem dúvida, essencial para atrair o investimento que se consiga um regime [fiscal] preferencial”.

Share post:

Popular

Nóticias Relacionads
RELACIONADAS

Compal lança nova gama Vital Bom Dia!

Disponível em três sabores: Frutos Vermelhos Aveia e Canela, Frutos Tropicais Chia e Alfarroba e Frutos Amarelos Chia e Curcuma estão disponíveis nos formatos Tetra Pak 1L, Tetra Pak 0,33L e ainda no formato garrafa de vidro 0,20L.

Super Bock lança edição limitada que celebra as relações de amizade mais autênticas

São dez rótulos numa edição limitada da Super Bock no âmbito da campanha “Para amigos amigos, uma cerveja cerveja”

Exportações de vinhos para Angola crescem 20% desde o início do ano

As exportações de vinho para Angola cresceram 20% entre janeiro e abril deste ano, revelou o presidente da ViniPortugal, mostrando-se otimista quanto à recuperação neste mercado, face à melhoria da economia.

Área de arroz recua 5% e produção de batata, cereais, cereja e pêssego cai 10% a 15%

A área de arroz deverá diminuir 5% este ano face ao anterior, enquanto a área de batata e a produtividade dos cereais de outono-inverno, da cereja e do pêssego deverão recuar 10% a 15%, informou o INE.