Sagres investe oito milhões em nova linha de enchimento mais ecológica

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O Ministro Adjunto e da Economia- Pedro Siza Vieira, em representação do Primeiro Ministro, esteve na Vialonga- Vila Franca de Xira, onde inaugurou o novo equipamento da operação de enchimento de garrafas de vidro da Cervejeira da Vialonga, com tecnologia da última geração que proporciona maior flexibilidade e mais amiga do ambiente e reduz o consumo de água e energia. Esta unidade fabril que no ano passado comemorou 50 anos ( foi construída a fábrica em 1968) hoje denominada- Sociedade Central de Cervejas e Bebidas (SCC) investiu cerca de 8 milhões de euros, nesta nova linha.
Este investimento insere-se no plano de modernização da Sagres e “não termina aqui”, garantiu José Luís da Mata Torres, diretor da cadeia de abastecimento e administrador da cervejeira, o primeiro a usar da palavra, depois do Ministro ter dado o arranque da linha. A nova “linha” situada no topo norte da Fábrica recebeu neste dia, dezenas de convidados, entre os quais o Presidente do Conselho de Administração da AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo – Luís Filipe de Castro Henriques, o CEO do Grupo SCC- Boris Miloushev, representantes das embaixadas da Holanda e da Alemanha, alguns funcionários (mais antigos e alguns mais jovens, escolhidos, da linha de engarramento) bem como o presidente da Câmara de Vila Franca de Xira- Alberto Mesquita.
Mata Torres, destacou os mais de 140 milhões de euros investidos pela empresa nos últimos 5 anos, não só na fábrica de Vialonga, como na Sociedade Água do Luso, como na empresa de distribuição, a Novadis da área da distribuição.

VOCACIONADA PARA AS GARRAFAS DE VIDRO SEM DEVOLUÇÃO
O ministro Pedro Siza Vieira, mostrou-se particularmente satisfeito pela empresa estar a fazer investimentos que encaixam no esforço de descarbonização, para responder às alterações climáticas, referindo-se à nova linha de enchimento.
Esta nova linha está vocacionada para as garrafas de vidro sem devolução , com serviço e tecnologia da alemã KHS, tem capacidade para encher 55 mil garrafas hora, tendo ainda permitido melhorias a nível ambiental: uma redução anual de até 22% do consumo de CO2, uma poupança de 12.600 kWh de eletricidade e uma diminuição anual de 96% do consumo de água. No final do evento, após o seu discurso, salientou que problema de falta de mão-de-obra e uma dificuldade para as empresas, mas um bom sinal para o país”, recordando que no período da crise o desemprego tinha chegado a atingir 17%.

INCENTIVAR O REGRESSO DOS PORTUGUESES QUE SAIRAM
“É preciso continuar a apostar na formação de ativos”, defende, frisando que foi possível aumentar as verbas dedicadas a formação profissional” no âmbito do programa 2020. “Também temos de pensar em formas de atrair mais trabalhadores estrangeiros”, referiu Pedro Siza Vieira, incentivando o regresso de portugueses que saíram do país, mas também “facilitar a vinda aos muitos estrangeiros que querem estar em Portugal”.
De registar que a nova linha é mais ecológica e Siza Vieira destacou o investimento e, mostrou-se particularmente satisfeito pela empresa estar a fazer investimentos que encaixam no esforço de descarbonização, para responder às alterações climáticas. Esta nova linha está vocacionada para as garrafas de vidro sem devolução
José Luís da Mata Torres, nas suas palavras e quando tanto se fala de desemprego, esta empresa com 1800 funcionários, debate-se com falta de pessoal que, segundo refere “bloqueia para os planos de expansão” da cervejeira e, deixou num entanto um alerta, a dificuldade de recrutamento, em “certas geografias”, de pessoal qualificado está a transformar-se num “bloqueio para os planos de expansão desta empresa”. Nuno Pinto de Magalhães, diretor de Comunicação e Relações Institucionais da SCC, também refere “a falta de pessoal contabilizada que se faz sentir sobretudo na região de Lisboa e Algarve, com enfoque na área de distribuição.
Boris Miloushev, CEO do GRUPO SCC referiu que “esta inauguração constitui um marco com elevada importância para a Central de Cervejas e para a economia nacional. “Continuar a crescer respondendo aos desafios do desenvolvimento sustentável é um compromisso que assumimos para o futuro, seja através do investimento em novos equipamentos ou na qualificação das nossas pessoas. Pretendemos continuar o nosso caminho pela via da modernização e da inovação, respondendo às necessidades dos consumidores de uma forma mais sustentável e gerando valor acrescentado para o mercado nacional e da exportação”.
A cerveja SAGRES é exportada e consumida nos mais diversos países, tendo sido primeiro introduzido o seu consumo, pela força dos empresários portugueses do sector alimentar e bebidas mas hoje estando em vários países e no mercado global do consumo, sendo preferida cada vez mais do público consumidor.
ANTONIO FREITAS (TEXTO E FOTOS)

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