Projeto “Windows” representa Portugal na Quadrienal de Praga 2019

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O projeto “Windows”, com curadoria de José Capela, é o representante oficial de Portugal na Quadrienal de Praga – PQ19, na República Checa, que decorrerá de 06 a 16 de junho, anunciou a Direção-Geral das Artes (DGArtes).

De acordo com este organismo, que promove a participação oficial portuguesa no certame internacional dedicado à cenografia e arquitetura teatral, o projeto “Windows” é inaugurado no dia 6 de junho, às 18:30, no Palácio Industrial Vystaviste.

A 14.ª Quadrienal de Praga “Performance Design and Space” será dedicada ao tema “Imaginação, Transformação, Memória”, sob direção-geral de Pavla Petrová.

Comissariada pela Direção-Geral das Artes, a representação portuguesa está integrada na secção “Countries” da quadrienal, ocupando este ano, pela primeira vez, a área central do principal espaço expositivo, considerado o coração do evento desde que foi fundado, em 1967.

Segundo um texto do curador português, “Windows” é uma instalação constituída por um conjunto de contentores espelhados com uma dupla função: “São um pedaço de paisagem que reflete a paisagem em seu redor, e cada contentor tem uma forma que é deduzida dos mecanismos de visão e/ou representação usados nos cenários que, em miniatura, podem ser vistos no seu interior”.

A representação oficial portuguesa promoverá ainda o lançamento do Catálogo “Windows (JC+JCD)”, uma edição de José Capela e José Carlos Duarte, no dia 10 de junho, às 19:00, no Studio Hrdinu do Palácio Veletrzní, seguindo-se a apresentação da ‘performance’ “As Metamorfoses de Ovídio”, pelo grupo Mala Voadora.

Na programação da quadrienal também está prevista a apresentação de outro espetáculo da Mala Voadora, intitulado “OneBy1”, com conceito e direção de Nuno Pimenta, coreografia de Ana Renata Polónia e o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian.

A presença portuguesa na Quadrienal, além da representação oficial, conta ainda com a Sui Generis Associação Cultural, que apresenta o espetáculo “Esta Noite, Morfeu!”.

Na secção Fragments Gallery Talks, está também prevista a participação da cenógrafa e designer Cristina Reis, com o projeto “The English Cat”, cenografia que criou em 2000 para a ópera de Hans Werner Henze, numa coprodução do Teatro Nacional São Carlos, em Lisboa, com o Rivoli – Teatro Municipal do Porto e o Teatro da Cornucópia, em Lisboa, companhia que dirigiu, com Luís Miguel Cintra, e para a qual concebeu a maior parte dos cenários e figurinos dos espetáculos realizados.

Na sessão inaugural, a 6 de junho, estarão presentes a secretária de Estado da Cultura, Ângela Ferreira, o diretor-geral das Artes, Américo Rodrigues, e o artista e curador José Capela.

Docente na Universidade do Minho desde 2000, José Capela leciona nos cursos de Arquitetura e de Teatro, e é investigador do Lab2PT.

Foi um dos comissários da Trienal de Arquitetura de Lisboa 2010 e do seminário “Um Manual sobre Trabalho e Felicidade”.

Iniciou-se no trabalho de cena no Teatro Universitário do Porto, e é cofundador e codiretor artístico do grupo Mala Voadora, com Jorge Andrade, sendo responsável pela cenografia dos espetáculos.

Foi presidente da direção da Associação Portuguesa de Cenografia entre 2016 e 2018.

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