Piloto que se diz português pode ser condenado à morte

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O piloto Jimmy Reis que, na terça-feira, foi detido em território líbio vai ser julgado sem qualquer proteção legal para prisioneiros de guerra, podendo mesmo ser condenado a pena de morte.

O Comité dos Negócios Estrangeiros da Câmara dos Representantes da Líbia – do grupo que se opõe ao governo reconhecido pela comunidade internacional – explica, em comunicado citado pelo portal “The Lybia Address”, que o piloto Jimmy Reis, alegadamente de nacionalidade portuguesa, vai ser julgado por um tribunal líbio porque não é “um prisioneiro de guerra e não goza proteção legal ao abrigo do direito internacional”.

O comunicado explica ainda que o piloto vai ser julgado de acordo com o Código Penal relativo a crimes cometidos em território líbio. De acordo com o código penal Líbio, no artigo 170, qualquer indivíduo responsável pela “transgressão contra território do Estado” ou por “facilitar a guerra”, crimes que eventualmente poderão ser imputados ao suspeito, pode ser condenado à pena de morte.

Jimmy Reis, de 29 anos, foi capturado, pelas forças leais ao comandante Khalifa Haftar, do Exército Nacional Líbio, quando pilotava um Mirage. No momento da detenção, o homem, que estaria ao serviço do Governo de Acordo Nacional (GAN), reconhecido pela comunidade internacional, diz ser português e estar na Líbia, por contrato, com a missão de “destruir pontes e estradas”.

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