Marquês de Pombal e Avenida dos Aliados entre os locais da manifestação dos ‘coletes amarelos’

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Lisboa, Porto, Braga, Castelo Branco, Aveiro, Leiria, Viseu, Coimbra, Santarém, Portimão e Faro são algumas cidades com protestos já marcados amanhã, a partir das 7 horas da manhã.
O Marquês de Pombal, as pontes 25 de Abril (marcha lenta e buzinão) e Vasco da Gama, em Lisboa, a VCI, Rotunda da Boavista e Avenida dos Aliados, no Porto, as portagens de Alverca (na A1) e de Loures (na A8), o IC19 (principal via de ligação entre Lisboa e os concelhos de Amadora e de Sintra), são alguns dos locais da lista de eventos divulgada a 8 de dezembro pelo ‘Movimento Coletes Amarelos Portugal’.
Em Lisboa está ainda marcada uma manifestação em frente ao Palácio de Belém (17h30). Em Braga a concentração está marcada logo de manhã na rua Andrade Corvo e em beja será em frente à Câmara Municipal.
Há ainda, entre outros, eventos agendados para a rotunda do Fórum Algarve, em Faro (às7h); para o Estádio Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria (às 7h); no Rossio (7h) e em frente à Camara Municipal (8h), em Viseu; no Tunel do Marão, que faz a ligação entre Amarante e Vila Real pela serra do Marão (7h); rotunda do Continente, em Santarém (7h).

coletes amarelos
Para a ponte 25 de Abril está marcada uma marcha lenta e um buzinão

Manifesto defende “protestos pacíficos”

Na quarta-feira, o autodenominado ‘Movimento dos Coletes Amarelos’ divulgou o seu manifesto e caderno de encargos para o protesto de amanhã sexta-feira. É o segundo manifesto que tenta congregar apoiantes.
Dizem os organizadores, pretendem a “união e apoio a todos os grupos e indivíduos vulgo ‘coletes amarelos’ que estejam insatisfeitos com os variados problemas da atualidade no nosso país e que se encontram dispostos a protestar”.
Apresentado como um “movimento pacífico, apartidário, sem fins lucrativos”, o manifesto aponta como principal objetivo “acordar e informar toda a população”, “capacitar e fornecer apoio à criação de grupos locais no sentido de reunir o maior consenso entre os protestantes e agilizar todas as ações” e “mobilizar e unir a voz e interesses comuns” dos manifestantes.
Garantindo ter como principal intenção “dar voz aos portugueses de forma unânime e organizada”, assumem que não toleram “qualquer tipo de violência, vandalismo ou destruição” e que pretendem “um Estado com mais rigor, uma democracia mais transparente” na qual a população possa confiar e que lhe permita “viver com melhores condições”.
Afirmam ainda que apoiam “protestos pacíficos sem causar danos pessoais ou a terceiros”.

coletes amarelos
Um dos protestos dos ‘coletes amarelos’ deverá acontecer logo às 7h da manhã, no Túnel do Marão, que faz a ligação entre Amarante e Vila Real pela serra do Marão

O caderno reivindicativo é vasto e inclui a redução das taxas e impostos, desde logo com a redução do IVA e IRC, o fim do imposto sobre os produtos petrolíferos e a redução para metade do IVA dos combustíveis e gás natural. Pedem ainda a redução das taxas sobre a eletricidade, com “incidência sobre as taxas de audiovisual e de emissão de dióxido de carbono”, os fim das comissões bancárias e da “injeção de capital em bancos privados”.
Querem também, entre outras medidas, a subida do salário mínimo para os 700 euros, o aumento da pensão mínima para 500 euros, o aumento imediato do subsídio de desemprego. Defendem que a idade da reforma para os políticos seja aos 66 anos “como a dos restantes portugueses” e o fim imediato ou o corte das subvenções vitalícias para os políticos.
O movimento quer ainda reduzir para metade o numero de ministros, secretários de Estado e de deputados na Assembleia da República e o fim “das mordomias de toda a classe política” que, enquanto representante do povo.

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