Greve do Metro do Porto desconvocada

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A greve na Metro do Porto, marcada para os dias 17 e 31 de dezembro, foi desconvocada depois de a empresa ter chegado a acordo com o Sindicato dos Maquinistas de Caminho-de-Ferro.

A greve dos profissionais da ViaPorto ao serviço da Metro teve na segunda-feira uma “adesão entre os 98% e os 99%”, levando a uma paralisação quase total.

Os profissionais ao serviço da Metro do Porto reclamavam uma “redução do horário normal de trabalho de 40 para 35 horas”, relatou então o sindicalista Rui Pedro Pinto.

A isto, somava-se a reivindicação da admissão de “20 a 30 novos trabalhadores” para “colmatar as horas extras” pedidas aos funcionários “quase diariamente”.

Os trabalhadores pediam ainda o “direito a férias” que não “conseguem gozar” devido à necessidade de cumprirem trabalho extra, disse Rui Pedro Pinto.

Segundo o sindicalista, os funcionários da ViaPorto pediam também a “formação” a que têm direito e que “a empresa não consegue dar há cerca de oito anos”, por “falta de tempo disponível dos trabalhadores”.

Rui Pedro Pinto admitiu então estar também em cima da mesa de negociações um “aumento salarial”, mas recusou que fosse o “fator mais importante”.

A paralisação dos condutores afetos à ViaPorto, empresa que tem a concessão da operação da Metro do Porto, foi convocada pelo Sindicato dos Maquinistas.

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