Ponte da Barca volta a ser a capital da música folk celta

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A vila minhota de Ponte da Barca volta a ser palco do Festival Folk Celta assumindo-se como “a capital da música folk de matriz celta”, no fim-de-semana de 27 e 28 de julho.

O Festival Folk Celta volta a realizar-se em Ponte da Barca e este ano regressa ao seu espaço de origem, o Choupal, nas margens do rio Lima.
O evento que este ano é gratuito volta a apostar em novos e consagrados talentos da música folk nacionais e internacionais.
Na apresentação do festival, o presidente da Câmara, Augusto Marinho, destacou a necessidade de conferir ao festival “uma nova dinâmica, deslocalizando-o para uma paisagem singular, para a sala de visitas de Ponte da Barca, e tornando-o acessível a um público mais vasto”.
O horário desta XI edição do Festival Folk Celta sofre alterações com o arranque dos espetáculos às 18h30.
No primeiro dia o palco do Festival Folk Celta fica entregue aos portugueses Torcido, projeto que nasce da junção de timbres e melodias que André Nunes há muito tinha na “gaveta”.
Logo de seguida os The Town Bar, banda de folk/rock que ao longo da sua existência tem somado reconhecimento dentro e fora de portas.
Depois é a vez dos os incontornáveis Gaiteiros de Lisboa que no seu registo habitual sabem fazer a festa, seguidos da francesa Mogane Ji que aborda os temas de uma forma pouco convencional.
A noite fecha ao som dos TT Syndicate, Sete Rapazes de Fato, uma banda que reflete a busca de uma comunidade das referências no passado.
O segundo dia do festival começa cedo com os Palankalama, um quarteto dedicado à música instrumental, oriundo da cidade do Porto.
A partir das 21h sobem ao palco As Sopa de Pedra, grupo vocal feminino dedicado ao canto a capella de canções de raiz tradicional. Segue-se o espanhol Davide Salvado, uma das vozes mais carismáticas da Galiza. Depois, chega a vez de ouvir os Dead Combo, uma das mais importantes bandas do novo panorama musical português.
O festival encerra com Forró Mior. Destacados pelo jornal francês Le Monde como “uma das mais inspiradoras e frescas bandas do género”, mesclam o forró brasileiro com outras influências musicais como a cumbia, a milonga, o swing, o samba e o jazz latino.
Em simultâneo com os concertos decorre a habitual Feira Alternativa que vai contar com cerca de quarenta expositores e inclui uma área de restauração.
“Este Festival, que cruza as sonoridades musicais folk e celta de tradição popular, tem vindo a atrair cada vez mais apreciadores deste estilo musical, pelo que promete colocar Ponte da Barca no centro dos acontecimentos desse fim de semana, no que ao norte de Portugal e à região espanhola da Galiza diz respeito”, destaca uma nota divulgada pela autarquia.

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