Lisboetas têm à disposição 235 bicicletas partilhadas

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A rede de bicicletas partilhadas ‘Gira’ conta neste momento com 235 bicicletas, 43 estações e 775 docas de parqueamento em vários pontos da cidade, afirmou hoje o vereador da Mobilidade da Câmara Municipal de Lisboa, Miguel Gaspar.

“Neste momento temos 235 bicicletas em funcionamento, dois terços das quais elétricas”, afirmou o vereador, acrescentando que “como é visível já estão no planalto instaladas mais estações, são 43 estações, 775 docas”.

Brevemente estarão disponíveis “409 bicicletas” do sistema Gira – Bicicletas de Lisboa, continuou o vereador.

“Desde novembro, quando o sistema chegou às Avenidas Novas, tivemos já um crescimento de 50% dos utilizadores e uma avaliação média do sistema de 4,6 estrelas [numa escala de cinco], o que mostra uma grande satisfação dos lisboetas quanto à utilização do ‘Gira'”, precisou Miguel Gaspar.

No total, o sistema será composto por 140 estações e 1.410 bicicletas.

Das 140 estações, 92 ficarão localizadas no planalto central da cidade, 27 na baixa e frente ribeirinha, 15 no Parque das Nações e seis no eixo entre as avenidas Fontes Pereira de Melo e da Liberdade.

O vereador Miguel Gaspar deu estas informações no período antes da ordem do dia da reunião pública do executivo da Câmara Municipal de Lisboa, que decorreu nos Paços do Concelho, em resposta ao vereador do CDS-PP João Gonçalves Pereira, que introduziu o tema.

O centrista quis saber “quantas bicicletas já estão neste momento no sistema”, bem como quando é que a rede estará completa.

“Todos nós vimos antes das eleições serem instaladas muitas docas na cidade de Lisboa”, apontou o eleito, observando que “muitas estão vazias”.

Nesta que foi a primeira reunião pública do novo mandato, foram instituídas também novas regras, incluindo uma que limita a período antes da ordem do dia a 60 minutos.

No mandato passado, esta parte da reunião chegava a durar algumas horas – uma vez que não havia limite temporal – e era a altura na qual os vereadores colocavam questões à maioria socialista, e debatiam temas que não constavam da ordem de trabalhos.

Dado que com as novas regras atribuem cerca de três minutos de palavra a cada eleito, a vereadora centrista Assunção Cristas pediu que fosse colocado na sala um monitor a indicar o tempo, “por forma aos vereadores saberem quantos minutos têm”.

A par desta medida, com a qual o vereador do BE, Ricardo Robles, expressou a sua concordância, Cristas propôs também que o debate seja conduzido num modelo de pergunta e resposta.

Os vereadores concordaram ainda em alterar a hora da intervenção destinada ao público das 18:30 para as 18:00.

 

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