Marco Paulo lança ‘Tour 50 anos’

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Figura incontornável da música portuguesa, com mais de 4 milhões e meio de discos vendidos ao longo dos últimos 50 anos, Marco Paulo lançou um novo CD e DVD “Ao vivo no Campo Pequeno” e ainda um livro biográfico que mostra o lado mais desconhecido da vida do reconhecido cantor.

O espaço num conhecido centro comercial de Lisboa foi pequeno para todos os fãs que quiseram marcar presença no lançamento de ‘Tour 50 Anos’ uma edição especial comemorativa dos 50 anos de carreira de Marco Paulo.
Este novo trabalho foi apresentado pelo artista na companhia da conhecida apresentadora de televisão e amiga do cantor Maria João Gama que começou por referir que este “é um marco histórico na carreira do Marco Paulo”.
A edição especial contém um livro, um CD com três temas originais e um DVD gravado ao vivo no Campo Pequeno, em Lisboa. O livro, uma biografia oficial, intitulado “50 Anos – A viver um Sonho” destaca a vida do cantor desde muito jovem, onde cresceu em Moura no Alentejo, a sua passagem pela tropa na Guiné, até aos dias de hoje com fotografias inéditas.
Marco Paulo agradeceu aos fãs que sempre o acompanharam ao longo deste meio século de carreira e terminou o evento com uma sessão de autógrafos depois de anunciar 26 concertos para este ano que vão culminar com um grandioso espetáculo inédito no dia 2 de dezembro no MEO Arena.
(…) Faço um balanço muito positivo. Independentemente dos meus problemas de saúde acho que foi mesmo muito positivo. Vivi momentos maravilhosos, em que chorei, que sorri, que me diverti e em que me divirto ainda (…)

Na apresentação do seu novo trabalho, Marco Paulo respondeu a algumas perguntas dos jornalistas:

Houve algum momento que queira destacar nestes 50 anos de carreira?
Todos os momentos da minha vida como cantor foram sempre bons. Foram sempre bonitos porque a partir do momento em que eu tenha sempre uma pessoa para me ouvir cantar já sou um homem feliz, porque há uma pessoa para me dar atenção. Não vejo um motivo diferente para melhor, ou para pior, uns dos outros. Para mim foram todos bons momentos, retiro sempre o carinho, a simpatia e os aplausos do público

Qual o balanço que faz destes 50 anos de carreira?
Faço um balanço muito positivo. Independentemente dos meus problemas de saúde acho que foi mesmo muito positivo.
Vivi momentos maravilhosos, em que chorei, que sorri, que me diverti e em que me divirto ainda. Portanto não faço diferença de uns momentos para os outros.
Mas se me perguntar qual foi o que mais me sensibilizou a cantar? Posso dizer que foi as duas vezes que cantei na Capelinha das Aparições de Nossa Senhora de Fátima diante de 100 mil pessoas. Aí comovi-me e disse não ser possível estar ali onde os Santos Padres estiveram, onde milhares e milhares de pessoas vão e eu poder estar a cantar para aquela imagem que é adorada em todo o mundo. Foram esses os momentos que eu achei que mais me emocionaram porque bons foram todos. Bons no aspeto de grandiosos, com grandes orquestras, grande palco, de grandes enchentes, nas grandes salas que fizemos do norte ao sul do país, passando por Lisboa, é claro.

Podemos esperar um novo álbum, ou este será uma despedida?
Não, não é uma despedida. Claro que nada é eterno na vida das pessoas. Nem na minha, nem na de ninguém que aqui está. Algum dia há-de chegar, não há-de chegar o dia em que eu ande ai a cantar de muletas (risos). Mas que seja o mais tarde possível e que eu possa sair com a mesma dignidade com que entrei. A mesma humildade, a mesma simplicidade, praticamente analfabeto no assunto. Portanto da mesma forma que entrei neste mundo será a mesma maneira com que eu vou terminar, quando isso acontecer. Com um sorriso nos lábios, mas com uma eterna saudade. A saudade dos aplausos, do público, deste convívio, dos concertos, dos almoços-convívio com as minhas fãs, todos os anos em Fátima. Todas estas coisas me vão deixar muita saudade, mas acho que quando chegar a altura em que sentir que o meu dever foi cumprido, eu espero que as minhas fãs e as minhas amigas e os portugueses não me levem a mal porque é a altura em que eu acho que devo terminar com a mesma dignidade com que entrei. Portanto, este não é o último, espero antes do concerto no MEO Arena, lançar um novo álbum porque este só traz três músicas novas. É um miminho.

(…) Não é uma despedida. Claro que nada é eterno na vida das pessoas. Nem na minha, nem na de ninguém que aqui está. Mas que seja o mais tarde possível (…)

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