Sardoal vai implantar plano estratégico de desenvolvimento turístico

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O município de Sardoal vai avançar com a implementação de um Plano Estratégico de Desenvolvimento Turístico e Religioso, disse o presidente da autarquia, de modo a potenciar a história local as riquezas patrimoniais existentes.  No dia em que terminam as celebrações da Semana Santa e da Páscoa em Sardoal, e em que cerca de 10 mil visitantes afluíram ao concelho, segundo as contas da autarquia, Miguel Borges (PSD) disse à agência Lusa que “é importante saber agora potenciar e projetar a tradição, a cultura da fé, da religiosidade e as riquezas patrimoniais ao longo de todo o ano, criando valor através do turismo religioso”.
Para a concretização de um projeto que o autarca define como sendo de “criação de riqueza e de postos de trabalho, potenciando o que define e diferencia o concelho, com uma matriz de fé e religiosidade fortemente impregnada na cultura popular”, o município já elencou as necessidades de intervenção estratégicas para os próximos seis anos, no âmbito do próximo Quadro Comunitário de Apoio (QCA), que vai vigorar entre 2014 e 2020.
Nesse âmbito, a autarquia vai criar um Centro de Estudos e Interpretação do Património (CEIP), no âmbito da fé e da religiosidade, promovendo estágios e parcerias com instituições de ensino superior ao nível da investigação, projeto que apresenta um orçamento de 1,2 milhão de euros.
“A ideia é lançar um roteiro turístico de âmbito religioso, que queremos articular com a Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMTejo) e interligar a outras rotas e motivos de interesse na região, sendo o caso de Fátima o mais evidente, criando um conjunto de roteiros que ofereça a possibilidade de visita ao território durante dois a três dias”, apontou Borges. “Em articulação com a Misericórdia e a Igreja, os turistas podem ser acompanhados em visitas guiadas por técnicos de turismo, da arte e do restauro”, acrescentou. Para a “recuperação, dinamização e projeção do património religioso” existente no território, a autarquia estima um valor “não inferior a 2 milhões de euros”.
O projeto engloba a recuperação de peças de arte, como estátuas, estatuetas, quadros, altares e oratórios em talha dourada, pinturas e frescos das capelas e igrejas, e intervenções ao nível do património edificado.
“É um projeto para desenvolver até 2020, que vai permitir a criação de riqueza e de postos de trabalho, através de um potenciar do que nos define e diferencia, integrando todo este património material e imaterial numa lógica de âmbito regional, potenciador de riqueza e desenvolvimento na Região Centro”, defendeu o autarca.

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