EUA: Senador adere ao grupo luso-americano no Congresso

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A Organização Nacional de Luso-Americanos (NOPA) anunciou na semana passada a adesão de seis políticos ao grupo luso-americano de membros do Congresso (Caucus), incluindo o primeiro senador. As novas entradas elevam para 17 o número de adesões.

Os novos compromissos vieram do senador democrata Sheldon Whitehouse (Rhode Island) e dos congressistas democratas Joe Baca e Pete Stark (ambos da Califórnia) Lloyd Doggett e Sheila Jackson Lee (ambos do Texas) e Niki Tsongas (Massachussetts). Estas juntam-se às dos também democratas Colleen Hanabusa (Hawaii), Jim Langevin, (Rhode Island), Mike Honda e Linda Sanchez (ambos da Califórnia), e de quatro do Massachussetts – Barney Frank, Jim McGovern, Richard Neal e Bill Keating, anunciadas pela NOPA este mês.
O congressista Dennis Cardoza, co-presidente do Caucus juntamente com Jim Costa, avançou recentemente à Lusa a adesão também de Michael Grimm, de Nova Iorque, até agora o único republicano.
Apesar de não serem luso-descendentes, estes congressistas foram eleitos em distritos com uma representação significativa de luso-americanos. Contando com os dois co-presidentes, ambos luso-descendentes democratas da Califórnia, eleva-se assim para 17 o número de membros do Congresso que já confirmaram a sua participação.
Os convites aos congressistas têm sido feitos desde o mês passado pelas associações da comunidade – NOPA e PALCUS – e pelos gabinetes dos dois co-presidentes, Costa e Cardoza. De fora continua o republicano Devin Nunes, da Califórnia, na sequência de desentendimentos públicos com os dois democratas luso-descendentes nas últimas eleições intercalares.
Em nota divulgada no passado dia 12, a NOPA apela à comunidade para contactar os gabinetes dos membros do Congresso que vão aderir ao Caucus e outros que, mesmo não sendo luso-descendentes, tenham sido eleitos por círculos de forte presença luso-americana.
“Ao longo do próximo mês, vamos continuar os nossos esforços para chegar até aos membros do Congresso, convidando-os para se juntarem ao Caucus, e apelamos a todos os indivíduos e organizações na comunidade luso-americana para fazerem o mesmo”, refere a NOPA. “Temos recebido algumas respostas de gabinetes no Congresso dizendo que seria útil para eles terem pedidos para aderir ao Caucus de constituintes, nos seus distritos e Estados”, adianta.
A associação apresenta ainda algumas cartas de agradecimento e de convite, além dos contactos de membros do Congresso.
Após oito anos de “informalidade”, o Caucus foi formalmente reconhecido pelo Congresso em Fevereiro. Segundo disse recentemente à Lusa Jim Costa, o Caucus pretende abrir-se a outras comunidades lusófonas nos Estados Unidos, como a brasileira, angolana e moçambicana. O objectivo deste género de “Caucus Lusófono” seria intervir em Washington em assuntos de interesse comum aos diferentes representantes e organizações das comunidades dos oito países lusófonos nos Estados Unidos, como a língua.    

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