Penedono: Concelho medieval recriou tempos de outrora

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Uma vila de granito. Um aglomerado de casas harmonioso e convidativo. Um castelo de encantar. Monumentos recuperados. Gentes hospitaleiras e de coração aberto. Gastronomia de fazer crescer água na boca. Já não existem lugares assim. Depois a atmosfera de uma feira medieval tão bem enquadrada, talvez das melhores que o grupo Vivarte leva a cena nas vilas e cidades de Portugal. A Vila Medieval de Penedono voltou a “recuar” uns séculos atrás…

A vila de Penedono recebeu, mais uma edição da tradicional Feira Medieval. Durante dois dias a magia da história emergiu pelas ruas da vila, recordando a figura de Álvaro Gonçalves Coutinho, «O Magriço». Promovida pela autarquia, esta feira pretende envolver toda a comunidade e visitantes, que tiveram a oportunidade de também vestir uma indumentária característica da Idade Média, cedida pela organização.
Novidade na edição deste ano foi a presença de uma torre de assalto medieval, com 12 metros de altura, e que constitui um exemplar único na Península Ibérica.
A tradicional ceia medieval, na qual todos os participantes tiveram a sua refeição servida num prato feito de massa de pão e na qual não existem talheres, encantou os presentes. Penedono é uma vila portuguesa no distrito de Viseu, Região Norte e sub-região do Douro, com cerca de 1 100 habitantes. O município com 132,70 quilómetros quadrados de área, não chega aos quatro mil habitantes, mas neste fim de semana  bastava entrar na rua principal da vila para ver por entre barracas da época vendendo o artesanato local e  produtos alimentares regionais, sob um chão “alcatifado” de giesta um mar de gente vinda dos mais variados locais do país.
Erguendo-se a mais de 900 metros de altitude, o airoso e esbelto Castelo de Penedono pentagonal, classificado como Monumento Nacional, data de cerca de 900, serve de cenário natural a esta feira medieval. Penedono foi berço de Álvaro Gonçalves Coutinho, o célebre Magriço, eternizado por Luís de Camões no poema épico “Os Lusíadas”. Este é um concelho que vive essencialmente da castanha, a sua maior colheita anual, exportada para os Estados Unidos da América, entre outros mercados.
António Freitas

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