Volta a Portugal: Sinkewitz celebra “dia perfeito” e Cândido mantém o “gás”

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O alemão Patrik Sinkewitz (PSK Whirlpool) triunfou hoje na chegada a Gouveia, na terceira etapa da 71ª Volta a Portugal em bicicleta, após um “dia perfeito”, em que Cândido Barbosa (Palmeiras Resort-Prio) segurou a liderança.

“Tentei vencer a etapa, sai do pelotão quando estavam dois corredores na frente e vi que ninguém me tentou alcançar. O final era parecido com o de ontem (sexta-feira), mas tive um furo na Guarda. Hoje o dia foi perfeito”, afirmou o corredor da equipa checa, que saltou para a frente quando o colega de equipa Martin Mares foi alcançado, juntamente com Emanuele Bindi (Lampre-NGC).

Depois de atacar “no momento certo”, Sinkewitz garantiu a vitória, deixando o ucraniano Ruslan Pidgornyy (ISD) e o português Tiago Machado (Madeinox-Boavista) a nove segundos, na segunda e terceira posições, respectivamente, enquanto o corredor da Palmeiras Resort-Prio garantia a amarela.

“Durante a tirada, o objectivo era apanhar a fuga. A partir daí, no início da subida, seguiram-se vários ataques que não interessavam na classificação geral e, tendo em conta o dia de amanhã (domingo), deixámos a corrida em aberto para os nossos adversários”, explicou Cândido Barbosa, acrescentando que pensou em “conseguir chegar à vitória”.

Antevendo a etapa da Senhora da Graça, o “Botija” apontou como objectivo que a formação de Tavira “esteja na discussão”, sublinhando desconhecer a sua forma “na alta montanha”, rematando: “Enquanto tiver gás está tudo bem”.

Entre os 120 resistentes, apenas João Cabreira e Eladio Jimenez, ambos da CC Loulé-Louletano já triunfaram na chegada ao Monte Farinha, em 2006 e 2007, respectivamente, mas jogam à defesa quanto à possibilidade de repetirem o triunfo.

“Eu já lá ganhei e terminei sempre nos primeiros. Mas, cada ano é um Mundo e vai ser difícil repetir. Creio que tanto eu como o Cabreira estamos bem, oxalá ganhe um de nós, para a equipa de Loulé é muito importante, e está claro que vou tentar”, explicou o corredor espanhol.

Também Cabreira quer “tentar estar com os da frente para tentar fazer a melhor etapa possível”, relativizando o seu palmarés, classificando-o como “um mero dado”.

“Temos de correr na expectativa, se as pernas forem boas e se a conjuntura se proporcionar podemos estar na discussão da vitória. Acho difícil, porque há muita gente forte e os favoritos não somos nós”, referiu o corredor natural do concelho da Póvoa de Varzim.

Mais optimista mostrou-se Tiago Machado, que com o terceiro lugar na tirada recuperou a liderança da juventude, justificando o seu esticão: “Dei o meu melhor hoje e espero amanhã (sábado) estar melhor. Arranquei a ver se desgastava os adversários porque sei que a mim não me facilitam, mas facilitaram um pouco e fui até ao risco”.

O também “axadrezado” Sérgio Sousa vestiu a camisola verde, mas assegurou dar primazia à luta do seu chefe-de-fila, em detrimento da luta pela montanha.

“A Madeinox-Boavista tem grandes ambições, que passam pela vitória nesta prova, só depois vamos pensar na discussão desta camisola”, frisou Sérgio Sousa, ressalvando que “a verdadeira Volta a Portugal ainda não começou”.

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