Presidente da República inaugurou Instituto Europeu Medicina regenerativa no Avepark

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O Avepark – Parque de Ciência e Tecnologia de Guimarães, que o Presidente da Republica visitou, regista ao fim de um ano de actividade, 40 empresas instaladas, que criaram 700 empregos. O vice-reitor da Universidade do Minho, Manuel Mota, adiantou que “não existe nenhum espaço disponível para alojamento de empresas no núcleo central e na incubadora tecnológica SpinPark”.

O Presidente da República, Cavaco Silva – que participou nas comemorações dos 900 anos do nascimento de D. Afonso Henriques -, inaugurou no Avepark o Instituto Europeu de Excelência de Medicina Regenerativa de Tecidos, onde trabalham 120 investigadores de 20 países. O Instituto Europeu, presidido pelo investigador Rui Reis, da Universidade do Minho, actua na área de investigação de métodos de reconstrução de tecidos, nomeadamente ossos, cartilagens e pele. Manuel Mota salientou que o Avepark “é uma infra-estrutura que, pelas suas características de avanço tecnológico, permite fixar a mão-de-obra qualificada – licenciados e doutorados – gerada pela Universidade do Minho”.
“A criação de empresas de base tecnológica aumenta o valor acrescentado das exportações, aumenta o emprego e, mercê da criação destes postos de trabalho, aumenta igualmente as receitas da administração pública”, frisou. Sobre as vantagens que o Parque de Ciência traz para a economia da região, o vice-reitor sublinhou que basta fazer as contas de forma simplificada: “700 empregos com um salário médio anual de 15 mil euros euros significam 10,5 milhões de euros conducentes à entrada de cerca de três milhões de euros anuais nos cofres do Estado sob a forma de impostos”, exemplificou. Assinalou que haverá que adicionar a estes valores o do produto interno gerado pela actividade destas empresas.
O investigador universitário, que tem vindo a indicar o Minho como a melhor região para se investir em Portugal, lembrou que “o AvePark exibe características tecnológicas muito avançadas – comunicações em banda larga, proximidade não exagerada a aeroportos e super-redundância de fibra óptica – equiparáveis às melhores estruturas internacionais deste tipo”.
Acresce que – acentuou – “está muito próximo da Universidade do Minho, que tem ajudado a criar e a desenvolver as empresas que lá se instalam, e tem outras características distintivas muito interessantes, como a de estar numa zona de financiamento prioritário para instalação de empresas em termos de FEDER e se encontrar numa zona do território de sismicidade praticamente nula”. “Nos últimos 10 anos, entre 1999 e 2009, de acordo com os registos do Instituto de Meteorologia e Geofísica, houve nas Taipas apenas dois abalos sísmicos imperceptíveis (abaixo de 3 na escala de Richter)”, sublinhou.
Em sua opinião, “não há em nenhum outro sítio do território nacional um local com todo este conjunto de características relevantes – financiamento prioritário, acessibilidades por vários locais, auto-estradas de informação, proximidade da universidade e de centros tecnológicos e baixa sismicidade”.

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