Selecção Nacional: Primeiro lugar “obriga”” lusos a vencer Suécia”

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Depois de apenas conquistar cinco pontos em 12 possíveis, Portugal sabe que só o triunfo sábado frente à Suécia o manterá, efectivamente, na corrida ao ambicionado apuramento directo para o Mundial2010.

Sete pontos desperdiçados em apenas quatro jogos – em casa, derrota 3-2 com Dinamarca e empate 0-0 com Albânia – é demasiado para uma selecção que tem brilhado em grandes provas internacionais e está apostada a conquistar um título internacional que marque duas gerações de excelentes futebolistas.

Até ver, Portugal está num incómodo quarto lugar no Grupo 1 com apenas cinco pontos, a par da Suécia (apenas três jogos), a dois pontos das líderes Dinamarca (três) e Hungria (quatro) e a um da Albânia (cinco).

Apenas o primeiro classificado dos nove grupos se qualifica directamente para o Mundial, enquanto os oito melhores segundos disputam um “play-off”: caso não vença a Suécia no Dragão, Portugal começa a complicar inclusivamente as contas para o segundo posto.

O panorama coloca uma pressão adicional na equipa lusa que o seleccionador sueco, Lars Lagerback, já fez questão de destacar: este é, por isso, mais um obstáculo a ultrapassar no Dragão.

Frente a uma equipa conhecida pela sua capacidade técnica, a Suécia quer impor no Porto o seu poder físico e fazer prevalecer o seu habitual rigor táctico, com um futebol bem organizado, forte fisicamente e com grande eficácia nas bolas paradas.

Zlatan Ibrahimovic, avançado do Inter de José Mourinho, está castigado e é a grande ausência no conjunto nórdico, que deve apostar no veterano Larsson, que aos 37 anos não terá a mesma frescura física, mas que normalmente é letal quando tem uma oportunidade.

Portugal suspira pela recuperação total de Deco, pois o criativo que actua no Chelsea costuma ser a “alma” da construção ofensiva lusa: o “motor” português tem emperrado quando o luso-brasileiro não joga, o que aconteceu na visita à Suécia (0-0) e recepção à Albânia (0-0).

Para o assumido objectivo de estar entre as grandes potências mundiais, é inconcebível que a equipa que à partida reunia o principal favoritismo a vencer o grupo esteja a perder pontos a este ritmo, ainda por cima frente a adversários menos cotados no ranking internacional.

Neste momento, Portugal é a 10ª melhor equipa do ranking da Fifa, a Suécia 25ª, Dinamarca 38ª, Hungria 48ª, Albânia 80ª e Malta 146ª.

Carlos Queiroz quer construir as bases de uma equipa solidamente no topo mundial, mas a verdade é que a sua margem de manobra tem vindo a diminuir em proporção dos sucessivos desaires, nomeadamente nos jogos a “doer”.

Triunfos 4-0 em Malta, no arranque do apuramento, 5-0 sobre as modestas Ilhas Faroé e 1-0 com a Finlândia, ambos em particulares, é um pecúlio muito curto para sonhos tão altos.

Também no sábado, a Dinamarca visita Malta que apenas conseguiu um ponto, empatando a zero em casa com a Albânia, que recebe agora a Hungria, depois de perder 2-0 em solo magiar.

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