[copy] CASO MADELEINE: Interpol investiga foto tirada em Marrocos

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Uma fotografia de uma menina tirada por um casal de turistas espanhol em Marrocos está a ser investigada pela Interpol. O casal é natural da província espanhola de Albacete e estava a visitar Marrocos quando suspeitaram ver Madeleine McCann. Na fotografia pode ver-se uma menina loura que está acompanhada por adultos de aspecto magrebe. Esta notícia foi veículada por um jornal local. A fotografia foi enviada para a Comissária do Corpo Nacional da Polícia segundo fontes da sub-delegação do Governo em Alabacete. A foto terá sido também enviada para a organização policial internacional, a Interpol.

Entretanto, o site da rádio espanhola Cadena Cope divulgou a fotografia tirada por Clara Torres, que revelou ter fotografado aquela que algund pensam ser Maddie no dia 31 de Agosto, pelas 10h41 (hora portuguesa), na pequena localidade de Zinat, entre Chaouen e Tetuán. Segundo a autora tudo se passou quando “ia com a minha família e o meu namorado a viajar normalmente de carro e a tirar fotografias ao acaso, até que vimos um grupo de pessoas que aparentavam ser locais, mas que transportavam uma menina muito loura”. “Nunca pensámos que pudesse ser Madeleine. Quando chegámos a Espanha descarregámos as fotos e ontem, quando ouvimos que havia vários testemunhos de que tinham visto Madeleine em Marrocos, decidimos enviar a foto para a polícia” disse ainda confirmando de seguida que enviou a foto para a Comisaría do Corpo Nacional de Polícia de Albacete.

Entratanto decidiu dirigir-se à embaixada do Reino Unido e mostrar a fotografia. Clara Torres conta ainda que “já tivemos oportunidade de falar com o advogado da família e entregar-lhe a foto. Há, de facto, a possibilidade de ser Maddie, mas não é cem por cento seguro”.

Foto de Clara Torres, publicada pela Cadena COPE

Siga aqui a cronologia dos principais acontecimentos:

24 de Setembro
Os pais da menina britânica Madeleine McCann, desaparecida em Maio em Portugal, contrataram detectives privados, duvidando da eficácia das buscas realizadas pela polícia portuguesa, revelam hoje os jornais britânicos.
Kate e Gerry McCann recorreram desde Maio ao serviço de detectives privados da Control Risks Group, uma empresa especializada, com o objectivo de estabelecer o perfil de um eventual sequestrador e de verificar os diferentes testemunhos de pessoas que afirmaram ter visto a sua filha, indicou o Times, citando fontes anónimas próximas da família. “Podemos supor que esses detectives estão a conseguir fazer o que a polícia portuguesa não foi capaz de fazer”, indicou a mesma fonte, que não divulgou qual o montante dos honorários pagos pelo casal McCann à empresa. Informações semelhantes são publicadas pelo Daily Telegraph e pelo Daily Mail.
Segundo o Times, a Control Risks conta com cerca de 600 funcionários, a maior parte dos quais antigos membros dos serviços secretos britânicos, sendo a empresa britânica que mais dividendos tira da sua actividade no Iraque.
Os pais da menina, Kate e Gerry McCann, foram constituídos arguidos a 7 de Setembro e dois dias depois abandonaram Portugal para regressar a Inglaterra.
Tanto Kate como Gerry são, segundo os seus assessores, suspeitos de homicídio involuntário e ocultação de cadáver. No entanto, os McCann continuam a clamar inocência e apelam à continuação das investigações para tentar encontrar a sua filha, actualmente com quatro anos.

22 de Setembro
O casal McCann está disposto a submeter-se a um detector de mentiras para reforçar que está inocente no caso do desaparecimento da sua filha Madeleine, há quatro meses no Algarve, noticia hoje a imprensa britânica.

«Se lhes pedissem para se submeterem a um detector de mentiras, é óbvio que eles aceitariam», afirma uma fonte próxima da família.

«Kate e Gerry estão dispostos a fazer qualquer coisa que ajude a limpar os seus nomes», sustentou a mesma fonte, que a imprensa não identifica.

O detector de mentiras, também conhecido por polígrafo, é um aparelho que, através do registo de alterações da pressão sanguínea, batimentos cardíacos e transpiração, indica se a pessoa está a mentir ou dizer a verdade às perguntas que lhe são feitas.

Controverso em termos científicos a nível internacional, já que existem dúvidas sobre a veracidade dos resultados, o polígrafo não é aceite em Portugal como elemento de prova.

Kate e Gerry McCann, arguidos no caso do desaparecimento da sua filha a 3 de Maio na Praia da Luz, no Algarve, estão actualmente a trabalhar com os seus advogados para a sua defesa em Portugal.

De acordo com a imprensa britânica, Rogério Alves, presidente da Ordem dos Advogados, foi contratado para reforçar a equipa jurídica que assessoria o casal, juntando-se ao também português Carlos Pinto de Abreu.

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