Portugueses satisfeitos com 100 dias de PR Nicolas Sarkozy

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A comunidade portuguesa não está indiferente e avalia de forma positiva o trabalho do chefe de Estado francês, Nicolas Sarkozy, que atinge hoje 100 dias de governo
Na data, que coincide com a "rentrée" politica, confirma-se que o estado de graça de Sarkozy parece continuar e a comunidade portuguesa não está indiferente e avalia de forma positiva o trabalho do chefe de Estado francês.
César Jerónimo, em França desde 1972, começou por ser taxista e hoje é dono de uma das maiores empresas de táxis em Paris.
A avaliação que faz dos primeiros 100 dias do Presidente francês é prudente porque se trata do "princípio de uma longa caminhada" e "é muito cedo para avaliar".
De qualquer modo, destaca "a coragem e a inteligência" de Nicolas Sarkozy por ter constituído um governo de direita e de esquerda e por ousar quebrar com "políticas que protegem quem não quer trabalhar".
Márcia Vilela, empregada de um café português em Clichy-sous-Bois, no norte de Paris, crê que a chegada de Nicolas Sarkozy trouxe "calma a um país agitado como a França". 
José Cardoso também vive em Clichy-sous-Bois. Mecânico de táxis, diz estar familiarizado com a falta de segurança dos taxistas, mas já sente "mais segurança nas ruas e até no metro".
Num outro café, no centro de Paris, António Carvalho diz que Sarkozy representa a ruptura com o passado. 
"Em França, temos um sistema semi-presidencial e o papel dos anteriores presidentes era o de 'rainhas de Inglaterra'. Este homem parece ser uma pessoa activa, que governa". Aos 100 dias de Presidência, o bancário afirma que "há quem chame ilusionista" a Sarkozy, mas não deixa de ser "um homem muito ambicioso". 
Quanto à forma como trata os emigrantes portugueses, António Carvalho tem uma visão optimista: "Um homem europeu que vai dar as mesmas regalias aos franceses e a todos os europeus".
O relançamento da França no mapa político europeu tem sido uma das apostas na política externa de Nicolas Sarkozy. A opinião pública é unânime em atribuir-lhe alguns louros na Conferência Intergovernamental de Julho para a redacção do Tratado Reformador.
A aproximação aos Estados Unidos, sinalizada com a visita ao Iraque de Bernard Kouchner, ministro dos Negócios Estrangeiros, ou com o famoso piquenique de férias na casa da família Bush, foi outra das cartas até agora jogadas, rompendo com a fase de crispação atlântica que marcou a era de Jacques Chirac.
A libertação das enfermeiras búlgaras também contribuiu para reforçar a sua imagem diante da opinião pública. 
Nicolas Sarkozy venceu as presidenciais francesas a 06 de Maio, com uma participação recorde de 85% de eleitores e uma distância folgada relativamente à candidata socialista, Ségolène Royal.
O seu partido, a UMP, ganhou as legislativas um mês depois, dando-lhe uma larga maioria para governar.

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